Começam a valer as novas regras para pedido de cancelamento de plano de saúde

Começam a valer nesta quarta-feira (10/05) as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para cancelamento do contrato do plano de saúde a pedido do beneficiário. A Resolução Normativa nº 412 se aplica aos chamados planos novos, ou seja, aos contratos celebrados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656, de 1998. Antes dessa norma, não havia regras específicas sobre o tema. Com essa resolução, a ANS padroniza esse tipo de operação e oferece mais clareza, segurança e previsibilidade ao consumidor.

A norma estipula regras para o cancelamento de acordo com cada tipo de contratação do plano (individual, coletivo empresarial ou coletivo por adesão), define responsabilidades das partes envolvidas, obriga as operadoras a emitirem comprovante de ciência do pedido de cancelamento e determina os prazos para entrega de tais comprovantes. O objetivo da ANS ao editar a norma é extinguir possíveis ruídos na comunicação entre beneficiário e operadora no momento em que o primeiro manifesta sua vontade de cancelar o contrato de plano de saúde para si ou para seus dependentes e assegurar os direitos dos consumidores.

“Essa medida é um avanço importante, pois deixa claro como o beneficiário deve fazer para obter o cancelamento do plano e estabelece o fluxo dessa solicitação. Garante, assim, mais segurança nesse tipo de operação, protegendo o beneficiário”, enfatiza Karla Santa Cruz Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.

Para facilitar a compreensão das normas, a ANS elaborou uma cartilha sobre o assunto. O material está disponível no site da Agência. Confira aqui. Também foram elaboradas perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas relacionadas ao tema. Acesse aqui.


Plano individual ou familiar

O cancelamento do contrato de plano de saúde individual ou familiar poderá ser solicitado pelo titular das seguintes formas: presencialmente, na sede da operadora, em seus escritórios regionais ou nos locais por ela indicados; por meio de atendimento telefônico disponibilizado pela operadora; ou por meio da página da operadora na internet – neste caso, a operadora deverá disponibilizar em seu portal corporativo acesso ao Portal de Informações do Beneficiário da Saúde Suplementar (PIN-SS), nos termos previstos na RN nº 389, de 26 de novembro de 2015.

Feito o pedido de cancelamento, a operadora é obrigada a prestar de imediato esclarecimentos sobre as consequências da solicitação e deverá fornecer ao beneficiário comprovante do recebimento do pedido. A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes, quando houver, ou para um ou mais de seus dependentes, caso o titular tenha apenas solicitado a exclusão de dependentes.


Plano coletivo empresarial

O beneficiário titular poderá solicitar à empresa em que trabalha, por qualquer meio, o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato de plano de saúde coletivo empresarial. A empresa deverá informar à operadora, para que esta tome as medidas cabíveis, em até 30 dias. Caso a empresa não cumpra tal prazo, o beneficiário poderá solicitar o cancelamento diretamente à operadora, que terá a responsabilidade de fornecer ao consumidor o comprovante de recebimento da solicitação – ficando o plano cancelado a partir desse momento.


Plano coletivo por adesão

O beneficiário titular poderá solicitar o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato coletivo por adesão à pessoa jurídica contratante do plano. Neste caso, a solicitação será encaminhada à operadora, para adoção das providências cabíveis – o cancelamento somente terá efeito a partir de sua ciência. Mas o beneficiário também pode comunicar a sua intenção à administradora de benefícios (quando a possibilidade figurar no contrato firmado entre a pessoa jurídica contratante e a operadora) ou ainda diretamente à operadora – nestes dois casos, o plano terá cancelamento imediato após o fornecimento do comprovante de recebimento da solicitação.

Diferenças entre os principais tipos de planos


Obrigações das operadoras diante de pedido de cancelamento de qualquer modalidade de plano

Após receber a solicitação do cancelamento, a operadora ou administradora de benefícios deverá prestar de forma clara e precisa as informações listadas abaixo:

  1. O eventual ingresso em novo plano de saúde poderá importar:
    • No cumprimento de novos períodos de carência;
    • Na perda do direito à portabilidade de carências, caso não tenha sido este o motivo do pedido;
    • No preenchimento de nova declaração de saúde e, caso haja doença ou lesão preexistente (DLP), no cumprimento de Cobertura Parcial Temporária (CPT) que determina, por um período ininterrupto de até 24 meses a partir da data da contratação ou adesão ao novo plano, a suspensão da cobertura de Procedimentos de Alta Complexidade (PAC), leitos de alta tecnologia e procedimentos cirúrgicos;
    • Na perda imediata do direito de remissão, quando houver, devendo o beneficiário arcar com o pagamento de um novo contrato de plano de saúde que venha a contratar.
  2. Efeito imediato e caráter irrevogável da solicitação de cancelamento do contrato, a partir da ciência da operadora ou administradora de benefícios;
  3. Contraprestações pecuniárias vencidas e/ou eventuais coparticipações devidas, nos planos em pré-pagamento ou em pós-pagamento, pela utilização de serviços realizados antes da solicitação de cancelamento ou exclusão do plano de saúde, são de responsabilidade do beneficiário;
  4. Despesas decorrentes de eventuais utilizações dos serviços pelos beneficiários após a data de solicitação de cancelamento do plano de saúde, inclusive nos casos de urgência ou emergência, correrão por sua conta;
  5. A exclusão do beneficiário titular do contrato individual ou familiar não extingue o contrato, sendo assegurado aos dependentes já inscritos o direito à manutenção das mesmas condições contratuais, com a assunção das obrigações decorrentes;
  6. A exclusão do beneficiário titular do contrato coletivo empresarial ou por adesão observará as disposições contratuais quanto à exclusão ou não dos dependentes, conforme o disposto no inciso II do parágrafo único do artigo 18, da RN nº 195, de 14 de julho de 2009, que dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde.

Essas informações devem ser disponibilizadas pelo atendente da operadora ou administradora de benefícios no momento da solicitação realizada de modo presencial ou através dos canais destas entidades previstos na RN nº395/16; ou constar do comprovante de recebimento da solicitação de cancelamento do contrato a ser fornecido pela operadora ou administradora de benefícios.

“O cancelamento pode ser feito independentemente do adimplemento contratual. As operadoras que deixarem de cumprir as normas determinadas na resolução estarão sujeitas ao pagamento de multa no valor de R$ 30 mil”, acrescenta a diretora Karla Coelho, que também destaca a importância do entendimento do beneficiário diante de sua decisão de cancelamento do plano: “É preciso entender que, a partir do momento em que a operadora toma ciência do pedido, o plano estará cancelado”.

Também vale destacar que a partir do fornecimento do comprovante de recebimento da solicitação de cancelamento, a operadora ou a administradora de benefícios deverá encaminhar ao consumidor, no prazo de dez dias úteis, o comprovante do efetivo cancelamento do contrato ou desligamento do beneficiário. Tal comprovante deverá informar as eventuais cobranças de serviços pela operadora ou administradora de benefícios.

O pedido de cancelamento dos contratos individuais ou familiares não exime o beneficiário do pagamento de multa rescisória, quando prevista em contrato, se a solicitação ocorrer antes da vigência mínima de doze meses, observada a data de assinatura da proposta de adesão.

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Regras da ANS para cancelar plano de saúde começam a valer; entenda.

Cancelamento será imediato, inclusive para devedores; consumidor deve fazer denúncia à ANS em caso de descumprimento da operadora, diz especialista.
Fonte: Por Taís Laporta, G1

As novas regras que regulamentam o cancelamento de planos de saúde começam a valer a partir desta quarta-feira (10). Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a resolução 412 se aplica apenas a planos contratados após 1º de janeiro de 1999 ou sob a lei 9.656/98.

Publicada em novembro do ano passado, a resolução cria regras específicas para quando o cliente deseja cancelar seu contrato com a operadora, seja ele individual, familiar ou coletivo (empresarial ou por adesão).

A norma pretende dar maior “clareza, segurança e previsibilidade” nos cancelamentos de planos de saúde por desejo do consumidor e extinguir “possíveis ruídos de comunicação” com as operadoras, esclareceu a ANS.

Veja como fica agora o cancelamento dos planos de saúde:

Cancelamento imediato do plano.

Como era: anteriormente, os consumidores aguardavam um prazo de aviso prévio de cerca de 30 dias para poder deixar o plano de saúde, explica o especialista em direito da saúde do escritório Vilhena Silva, Rafael Robba.

Como fica: com a resolução, o pedido de cancelamento feito pelo beneficiário tem efeito imediato e ele já deixa de ter obrigações com a operadora.

Exclusão do titular no plano familiar.

Como era: geralmente, as operadoras estipulavam que se o titular de um plano familiar quisesse sair, todos os beneficiários perdiam o plano.

Como fica: segundo Robba, se o titular quiser deixar o plano familiar, os dependentes continuam com o direito de permanecer nessa apólice com as mesmas condições contratuais.

Cancelamento em caso de inadimplência.

Como era: o beneficiário que deixou de pagar as prestações do plano muitas vezes ficava impedido pela operadora de fazer o cancelamento e procurar outro de valor mais baixo.

Como fica: o consumidor pode cancelar o plano e contratar outro mesmo inadimplente e pode negociar os valores em atraso posteriormente com a operadora, afirma Robba.

Comprovante de cancelamento.

Como era: não existia a obrigação de fornecer um comprovante de cancelamento do contrato.

Como fica: a operadora será obrigada a fornecer um comprovante do pedido de cancelamento ou de exclusão do beneficiário em até 10 dias úteis. Este documento deve informar eventuais cobranças de serviços e dúvidas do cliente. “A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes”, diz a ANS.

Multa de R$ 30 mil.

Rafael Robba afirma que a resolução vem em linha com as regras já criadas em serviços de telecomunicações e bancários, uma vez que obriga as operadoras a criarem canais para facilitar o cancelamento presencialmente, por telefone ou pela internet.

No entanto, a norma vai exigir que a ANS fiscalize e acompanhe o cumprimento destas garantias pelas operadoras, destaca o especialista. As operadoras que deixarem de cumprir as normas determinadas na resolução estarão sujeitas a uma multa de R$ 30 mil.

“Caso o consumidor tenha problemas ao tentar cancelar seu plano, a recomendação é fazer a denúncia à ANS, para que o órgão fiscalize e aplique a punição prevista”, explica Robba.

A nova regra beneficia o consumidor em três pontos principais, destaca o advogado: o cancelamento imediato do plano; a exclusão do titular do plano familiar; e a possibilidade de cancelar o contrato mesmo em caso de inadimplência.

Leia mais: Quem são os brasileiros que deixaram o plano de saúde?

“A única questão que não mudou foi a da multa pelo cancelamento. Muitos contratos preveem esta cobrança para quem cancelar o contrato nos primeiros 12 meses do plano”, esclarece Robba. Prevalece, portanto, a multa por quebra contratual se ela estiver prevista no contrato.

No caso do plano individual ou familiar, o pedido poderá ser feito pessoalmente, por telefone ou pela internet. Para planos coletivos, o pedido será feito à empresa ou associação profissional. Na impossibilidade, pode-se acionar a operadora.

Fuga dos planos de saúde.

Os planos de saúde perderam 1,4 milhão de beneficiários em 2016, no segundo ano seguido de retração no setor, de acordo com a ANS. Em 2 anos, 2,8 milhões de pessoas ficaram sem plano, passando de 50,4 milhões em dezembro de 2014 para 47,6 milhões em janeiro de 2017.

O movimento é reflexo da crise econômica, que levou o PIB a dois anos de retração. Muitas dos desempregados perderam o plano de saúde corporativo e entram na lista de pessoas que deixaram de ser beneficiárias de planos de saúde privados.

 

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13 dicas para você contratar o seu plano de Previdência Privada

Por: Adilson A Melo Filho.

1- Não tenho disciplina financeira, a previdência privada é o ideal para mim?
A previdência privada é uma das formas de poupança de longo prazo oferecidas pelo mercado, mas o mercado também oferece outras formas de poupança de longo prazo, tais como tesouro direto, o que você deve estar atento é na relação tempo de permanência na aplicação x imposto cobrado sobre o resgate, neste caso, a previdência privada oferece uma vantagem em relação aos demais produtos.

2- Como a previdência privada é um investimento de longo prazo devo aplicar em um banco sólido?
A previdência privada é uma aplicação feita em seguradoras, ou seja, quando você aplica em previdência privada em um banco, você está aplicando em uma seguradora vinculada ao banco, mas lembre-se quem administra seu dinheiro é uma seguradora e não o banco.
A agência bancária é, apenas, local onde você vai ser atendido.

3- Então onde devo aplicar em previdência privada?
A previdência privada deve ser contratada em seguradoras, desta forma, o único profissional qualificado para lhe orientar da forma correta é o seu corretor de seguros, ele é o único profissional habilitado para realizar estas transações.

4- O Banco Central garante minha aplicação?
Não, como a aplicação é realizada em seguradoras, estas instituições são fiscalizadas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), a SUSEP é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda.
5- Se a Seguradora “quebrar” meu dinheiro não é garantido pelo FGC fundo garantidor de crédito?
Não, a SUSEP obriga todas as seguradoras a ter uma reserva técnica para garantir estas aplicações em caso de insolvência da Cia.

6- Então como devo escolher a melhor seguradora?
No Brasil algumas seguradoras são ligadas a bancos, porém, existem diversas seguradoras tão boas quanto ou até melhores que não possuem ligação com instituições bancárias e que possuem taxas bastante atrativas.
O seu corretor de seguros saberá lhe informar qual a seguradora mais adequada ao seu perfil.

7- Então como funciona a rentabilidade da previdência privada?
As seguradoras constituem ou se associam a fundos de investimentos com diversas características e destinados a diversos perfis de investidores, estes fundos podem aplicar a reserva do segurado de várias formas e repassam um percentual desses rendimentos para quem está aplicando, como por exemplo:
100% das aplicações em renda fixa;
70% em renda fixa e 30% em renda variável;
60% em renda fixa e 40% em renda variável;
Ou seja, existem inúmeras formas de composições que variam de seguradora para seguradora.
8- Como saberei qual o fundo mais indicado?
O fundo mais indicado é aquele que se adeque mais ao seu perfil de investidor, lembre-se o prazo de permanência e o valor aplicado influenciam de forma determinante na hora de se aposentar.
Você também deve estar atento as variações de rentabilidade dos fundos, geralmente fundos com composições em renda variável tendem a rentabilizar melhor no longo prazo.
9- E o que é cobrado pelas seguradoras para aplicar?
Existem basicamente duas taxas:
Taxa de carregamento: A taxa de carregamento é um percentual geralmente cobrado na hora da aplicação, essa taxa também aparece, eventualmente, caso você deseje realizar algum resgate antes do prazo.
Taxa de administração: Essa é uma taxa cobrada sobre a performance que o gestor do fundo tem, ou seja, na hora de lhe repassar a rentabilidade é cobrada uma taxa.
Normalmente quando você recebe sua rentabilidade ela já vem com essa taxa descontada.
10- Posso transformar minha aposentadoria em pensão para meus dependentes?
Sim, mas é cobrada uma taxa de reversibilidade, ou seja, para que seus dependentes possam receber você terá que contribuir mais ou por mais tempo.
Na maioria das previdências privadas você pode contratar diversos tipos de seguros de vida que possuem coberturas que vão de morte natural até invalidez parcial, passando por rendimento reversível ao cônjuge dentre outras coberturas.
11- Posso utilizar a previdência privada para me beneficiar na hora de declarar meu imposto de renda?
O governo tem total interesse em poupança de longo prazo e por isso ele criou alguns benefícios para quem faz a previdência privada, tanto do ponto de vista de descontos diferenciados na tributação do imposto na hora do saque como na hora de aplicar também.

12- Na hora da aposentadoria posso desistir e ficar com o dinheiro?
Sim, o dinheiro é todo seu. Se na hora de se aposentar você optar por resgatar a reserva não terá problema algum. Não precisa se preocupar com isso agora, deixe para decidir na hora de se aposentar.

13- E se eu passar por dificuldades durante o processo de contribuição posso paralisar o plano?
Sim, o plano de previdência pode ser paralisado a qualquer momento, a reserva continua sendo remunerada e posteriormente você poderá retomar suas contribuições.
Dependendo do valor de sua contribuição também é possível reduzir e depois aumentar, bem como realizar aportes esporádicos.

Para saber mais informações fale com um de nossos especialistas nosso chat https://goo.gl/aRzBAw ou ligue |81| 3426 8788 – |81| 3032 0022

AF Corretora.
Cuidando de Você!

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Qual a diferença entre Planos e Seguros Saúde?

06/12/2016 / Fonte: por Arthur Werner Menko via Jusbrasil /CQCS.

Planos ou Seguros Saúde são formas diferentes de contratos de assistência médica, regulamentados pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar. Basicamente, a grande diferença existente entre as duas modalidades é a abrangência dos serviços prestados, uma vez que ambos têm como objetivo a assunção pela operadora de saúde da obrigação de dar cobertura financeira ao tratamento das doenças e acidentes físicos sofridos pelos contratantes, mediante o pagamento de uma contraprestação financeira.

Normalmente, os Planos de Saúde funcionam no sistema de pré-pagamento, em que os contratantes efetuam mensalmente o pagamento da mensalidade e, quando necessitam de assistência médica, podem se valer dos serviços de médicos, hospitais e laboratórios da rede própria da operadora, ou por ela credenciados para esse atendimento. Já os Seguros Saúde são contratos que se caracterizam pela livre escolha dos profissionais e estabelecimentos que, quando procurados pelos segurados, tem inicialmente suas despesas médicas ou hospitalares pagas pelo contratante e, posteriormente, reembolsadas pela operadora, na forma e prazo estabelecidos em contrato.

Muito embora alguns Planos de Saúde ofereçam a possibilidade de livre escolha de profissionais, bem como alguns Seguros Saúde contem com rede referenciada, onde os pagamentos são feitos diretamente pela operadora, sem necessidade de reembolso, a tônica da diferença entre os dois contratos é o atendimento em rede própria, ou credenciada por um e a livre escolha, com reembolso posterior, por outro.

De comum entre os dois, está a fiscalização e regulação da atividade pela ANS e o fato de que estão igualmente submetidos às disposições legais vigentes, especialmente à Lei 9.656/98 e ao Código de Defesa do Consumidor, entre outras, que garantem a proteção dos consumidores de assistência médico-hospitalar e as boas relações entre as partes.

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Quando as coisas não saem como imaginamos…

Quando as coisas não saem do jeito que imaginamos o ideal é estarmos protegidos, quando pensar em seguro pense na AF Corretora. Cuidando de Você!

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Vai viajar no carnaval? Confira algumas dicas de segurança.

Fonte: Matéria publicada no site : www.nascarchips.com

Economize fazendo manutenção preventiva

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.

SEGUEM ALGUMAS DICAS :

  1. CUIDADOS COM O ÓLEO
    Verifique o nível do óleo semanalmente.
    Veja como: Com o motor frio, preferencialmente pela manhã antes da primeira partida e estando o veículo em piso nivelado retire a vareta do óleo, limpe-a com um pano ou papel insira e retire-a novamente.
    O nível de óleo deve estar entre as marcas “Min” e “Max” gravadas na vareta.
    Se necessário complete com o óleo recomendado pelo de mesma marca e ou recomendado pelo fabricante.
    A maioria dos fabricantes considera normal um consumo de até 1 litro de óleo para cada 1000 quilômetros rodados.
  2. LIQUIDO DE ARREFECIMENTO
    Verifique o nível da água.
    Com o motor frio e veículo nivelado, a água deve estar entre as marcas “Min” e “Máx” do reservatório.
    Se houver necessidade de completar a água com muita frequência, Leve o veículo para um diagnóstico.
    Não confie 100% dessas tarefas rotineiras ao frentista do posto de gasolina, muitos motores apresentam problemas sérios ocasionados pelo excesso de óleo e/ou proporções incorretas de aditivos de radiador, adicionados sem critérios nos postos de combustível.
  3. CORREIA DENTADA
    Utilizada em muitos motores, a correia sincronizadora (ou dentada) fica protegida por uma capa, não sendo possível examiná-la fora da oficina.
    A sua função é manter o sincronismo entre a árvore de manivelas e o eixo comando de válvulas.
    Se quebrar causará sérios danos nas válvulas e até nos pistões.
    Sua troca ocorre em média a cada 50.000 quilômetros, dependendo do modelo do carro.
    Informe-se no manual do proprietário ou na concessionária da marca do veículo sobre o intervalo de troca e siga-o rigorosamente.
  4. FILTROS
    Tanque, bomba de combustível, mangueiras, filtros, carburador ou injeção eletrônica. São os componentes que fazem parte deste sistema.
    Para manter o sistema de alimentação em ordem a troca dos filtros é fundamental.
    Filtro de Ar Deve ser verificado periodicamente. Se estiver muito sujo deve ser substituído. Um filtro de ar sujo prejudica o desempenho do veículo, e aumenta o consumo de combustível.
    Filtro de combustível Troque nos intervalos recomendados pelo fabricante, em média nos veículos a gasolina a cada 20.000 quilômetros e nos a álcool entre 7.000 a 10.000 quilômetros,  dessa maneira estará preservando o sistema de alimentação contra as impurezas do combustível.
    Ao contrário dos veículos com carburador onde o filtro fica bem visível no cofre do motor, nos veículos com injeção eletrônica ele fica geralmente na parte inferior do veículo próximo ao tanque e muitas vezes sua reposição acaba sendo esquecida. Filtro entupido costuma deixar o motorista a pé!
  5. VELAS DE IGNIÇÃO
    Devem ser trocadas conforme a recomendação do fabricante. Em geral a cada 20.000/30.000 quilômetros.
    Carros turbinados de fábrica, com aumento de pressão de turbo (com chip instalado), verificar a cada 10.000 quilômetros.
    Velas gastas causam falhas no funcionamento do motor, aumento no consumo e na emissão de poluentes.
  6. BATERIA
    As disponíveis do mercado hoje são do tipo  “seladas” , ou seja , não é preciso adicionar água , o que não significa que estejam totalmente livres de manutenção.
    Alguns cuidados evitam que você fique na mão na hora de dar a partida:
    – Verifique periodicamente se os cabos estão limpos e bem fixados aos pólos da bateria.
    – Mande testar anualmente as condições de funcionamento do sistema de carga e partida; bateria; alternador e motor de partida.
  7. PNEUS E RODAS
    Pneus e rodas são equipamentos básicos de segurança.
    O estado de conservação e a calibragem correta garante a aderência na pista e a eficiência nas frenagens.
    Use sempre pneus com as medidas indicadas no manual do veículo. Tamanhos incorretos alteram o comportamento da direção e tornam o veículo inseguro.
    Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada. Procure fazê-lo sempre com os pneus frios, preferencialmente pela manhã.
    Calibragem incorreta provoca desgastes irregulares na banda de rodagem do pneu, diminuindo sua vida útil. Se a pressão for insuficiente o pneu gasta principalmente nas bordas; se for excessiva, o desgaste será maior no centro.
    Não esqueça de calibrar o estepe, que junto com o macaco, chave de roda, triângulo e extintor fazem parte dos equipamentos obrigatórios por lei.
    Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste, normalmente um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral. Quando o desgaste atingir a marca TWI está na hora de trocá-los.
    O limite legal de profundidade dos sulcos dos pneus é 1.6mm. Abaixo disso são considerados “carecas”, podendo o veículo ser apreendido pelas autoridades de trânsito.
    Faça o rodízio, o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, isso aumenta a vida dos pneus e mantém o conjunto da suspensão e direção equilibrados, melhorando a segurança e dirigibilidade do veículo.
  8. FREIOS
    Não brinque com a segurança, verifique regularmente:
    – O nível do fluído de freio. – A espessura das pastilhas a cada 10.000 km. – A lonas de freio e ajuste do freio de estacionamento a cada 30.000 km.
    Troque o fluído a cada 2 anos, ou conforme a recomendação do fabricante. A troca é necessária porque o fluído absorve umidade. A presença de umidade diminui o ponto de ebulição do fluído, provocando ineficiência na frenagem.
    Não se esqueça de poupar os freios; ao descer uma ladeira nunca o faça em ponto morto.
    Ao trocar as pastilhas o mecânico deve medir a espessura do disco de freio. Se estiver dentro da tolerância poderá ser retificado para tirar qualquer imperfeição e garantir a durabilidade das novas pastilhas. Se estiver fora da medida, deverá ser substituído.
    Quando trocar as pastilhas evitar frear bruscamente nos primeiros 300 quilômetros para garantir o perfeito assentamento das pastilhas e discos de freio.
  9. AR CONDICIONADO
    Outro equipamento que está se tornando indispensável nos dias de hoje é o ar condicionado.
    Para mantê-lo funcionando corretamente, o sistema deve ser ligado pelo menos 15 minutos por semana, mesmo nos dias mais frios. Isso é necessário para evitar o ressecamento das mangueiras e vedadores do compressor.
    Muitos são equipados com um filtro que impede a entrada de impurezas externas e requer a troca anualmente.
  10. SUSPENSÃO
    Ruídos e falta de estabilidade nas curvas são os primeiros sinais de problemas! Faça uma revisão a cada 30.000 km e mande examinar:
    – Amortecedores, molas e batentes quanto a ação e vazamentos; – Folgas nas bandejas, buchas e pivôs; – Folgas nos terminais e barras de direção.
  11. CÂMBIO E EMBREAGEM
    Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (Consulte o manual do seu veículo). Se perceber vazamentos, providencie o conserto o quanto antes.
    Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem, e reparo no câmbio custa caro.
    Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida.
    Nas ladeiras use o freio de mão, nunca segure o carro usando os pedais da embreagem e do acelerador, se o fizer, estará queimando a embreagem e diminuindo a vida útil do conjunto, além de gastar combustível desnecessariamente.
    Pedal de embreagem muito duro e dificuldade de engatar as marchas é sinal de desgaste no conjunto. A vida útil varia conforme o modo de conduzir o veículo.
  12. CÂMBIO AUTOMÁTICO
    O câmbio automático caiu no gosto dos motoristas brasileiros. Sua manutenção requer a troca de óleo e filtro nos intervalos recomendados pelo fabricante. Não descuide, procure um serviço especializado na hora da manutenção.
    Para aqueles que ainda não têm um carro automático ou não conhecem o significado das letras PRND no console da alavanca, confira:
    P – Park ou estacionado Trava o câmbio e impede a movimentação do veículo
    R – Reverse ou marcha à ré
    N – Neutral ou ponto morto
    D – Drive ou dirigir Nesta posição todas as marchas mudarão automaticamente conforme a rotação do motor e velocidade do veículo.
    Os números 3-2-1 quando selecionados fazem as trocas somente até a marcha indicada, podendo ser utilizado em descidas para poupar os freios ou nas subidas, se estiver rebocando um trailler por exemplo.

 

Algumas informações aqui publicadas foram extraídas do grupo DANA, fabricante de diversos componentes para manutenção de veículos nacionais e importados.

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