Volkswagen Kombi Last Edition

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A Volkswagen do Brasil anunciou a Kombi Last Edition, uma versão comemorativa de um dos modelos da Volkswagen com mais sucesso no Brasil e o modelo em produção há mais tempo na história do automóvel.

A Kombi está em produção no Brasil desde 2 de Setembro de 1957. Ciente do significado deste momento, a Volkswagen não podia deixar passar em claro esta data. Para ver um extenso artigo sobre o “pão de forma” como ficou conhecida, pode visitar este link.

Esta versão especial terá uma produção de apenas 600 unidades e possui uma pintura especial, acabamentos mais luxuosos e alguns elementos para a distinguir de outras versões. A pintura é de dois tons, com azul e o branco a serem escolhidos. Existe também uma placa de identificação no tablier. Outros elementos como os pneus com a lateral branca, os centros das jantes e a janela traseira fumada, acrescentam elementos mais nostálgicos.

Na frente a grelha está pintada da mesma cor azul do resto da carroçaria, assim como os aros que envolvem as ópticas e piscas. O Vinyl ‘56 anos – Kombi Last Edition’ que aparece na lateral e traseira é ainda outro dos elementos diferenciadores.

No interior também há algumas diferenças, como as cortinas, tipicas dos anos 60 e 70s. Os acentos também possuem um acabamento especial, em Atlanta Blue, com dois tons, tal como a carroçaria. A Kombi tem 9 lugares.

O tablier mantem-se muito parecido, mas possui agora um sistema de som com leitor de MP3, com portas USB.

O motor é o EA111 de 1.4l de cilindrada, com uma potência de 78cv no caso de usar gasolina ou 80cv no caso de usar etanol.

Cada uma destas Kombi Last Edition é fornecida com um certificado de autenticidade.

O preço a que vai ser colocada no mercado é quase o dobro do normal, mas o nosso palpite é que as 600 unidades vão ser vendidas muito rapidamente!

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Fundador e editor do Autoblog.pt. Entusiasta de automóveis nas suas várias facetas. Apostou na internet há 13 anos atrás e criou um dos sites sobre automóveis mais visitados em Portugal. Ocupa parte do seu tempo a criar conteúdos de grande qualidade, contando já no seu portefólio com alguns dos mais reconhecidos blogs de Portugal.
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Novo balanço sobre o monitoramento das operadoras de planos de saúde

Fonte: ANS – www.ans.gov.br

Data de publicação: Terça-feira, 20/08/2013

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgam nesta terça-feira (20/08) os resultados do 6º ciclo de monitoramento sobre o cumprimento das regras de atendimento pelas operadoras de planos de saúde. Desde o começo do programa de monitoramento, em 2012, já foi suspensa a comercialização de 618 planos de 73 operadoras. Esta é a primeira apresentação de resultados após a ampliação do escopo do programa, no início deste ano. Agora, além do descumprimento dos prazos estipulados pela ANS para marcação de consultas, exames e cirurgias, são considerados também os demais itens relacionados à negativa de cobertura, como: o rol de procedimentos, o período de carência, a rede de atendimento, o reembolso e o mecanismo de autorização para os procedimentos.
De março a junho de 2013, foram recebidas 17.417 reclamações sobre a garantia de atendimento. Devido aos problemas apontados pelos consumidores e averiguados pela ANS, 212 planos de 21 operadoras tiveram a comercialização suspensa neste novo ciclo. Essa é uma medida que protege 4,7 milhões de consumidores, beneficiários desses planos – o equivalente a 9,7% do total de beneficiários de planos de assistência médica no país.
Veja aqui a apresentação sobre o 6º período de monitoramento

Este resultado é referente ao período entre 19 de março e 18 de junho de 2013. Das 553 operadoras com pelo menos uma reclamação sobre o não cumprimento dos prazos máximos para atendimento ou de outro tipo de negativa de cobertura registradas nesses três meses, 523 são operadoras médico-hospitalares e 30 estão voltadas à assistência exclusivamente odontológicas.
Devido à ampliação do escopo do programa, não houve suspensão de planos no 5º período de monitoramento, anunciado em abril deste ano. De acordo com as regras do monitoramento, é necessário avaliar dois períodos de acompanhamento com os mesmos critérios para que haja a suspensão. A avaliação das operadoras em relação às garantias de atendimento previstas na Resolução Normativa nº 259 é realizada a cada três meses de acordo com dois critérios: comparando-as entre si, dentro do mesmo segmento e porte, e a avaliação evolutiva de seus próprios resultados. No Brasil, mais de 48,6 milhões de pessoas têm planos de saúde com cobertura de assistência médica e outros 18,6 milhões exclusivamente odontológicos.
DESDOBRAMENTOS DO RELATÓRIO ANTERIOR – Dezessete operadoras permaneciam com planos suspensos na ocasião da divulgação do quinto ciclo e, entre estas, 10 foram encaminhadas para saída do mercado (sendo quatro em liquidação extrajudicial e seis em portabilidade). Quatro estão no rito da Direção Técnica – um agente designado pela ANS acompanha a situação assistencial in loco, junto à operadora – e três estão em fase de implementação de Plano de Recuperação.

Confira abaixo a situação de cada uma dessas 17 operadoras:

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REATIVAÇÃO DE PLANOS – Ao todo, 125 planos de 6 operadoras estão sendo reativados. Destes, 52 planos são da Unimed Paulistana – Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico, que está saindo da lista de operadoras com planos suspensos. Os 73 demais planos reativados são de operadoras que estão apresentando melhora em seus resultados, mas ainda possuem alguns produtos suspensos.

Desses 73 planos, 66 não tiveram nenhuma reclamação nos últimos seis meses e 7 não tiveram reclamações nos últimos três meses. As operadoras com reativação parcial de planos são: Green Line (55), Excelsior (6), Saúde Medicol (5), Unimed das Estâncias Paulistas (5), Universal Saúde (2). MONITORAMENTO – O Ministério da Saúde, por meio da ANS, tem adotado uma série de medidas para tornar mais rígido o monitoramento das operadoras de planos de saúde com objetivo de melhorar o atendimento do cidadão aos serviços contratados.
Desde 2011, a Agência apresentou seis relatórios de monitoramento, que resultaram em quatro medidas de suspensão da comercialização de planos de saúde. No total, 618 planos de 73 operadoras tiveram sua comercialização suspensa temporariamente. MAIS MEDIDAS – As operadoras de planos de saúde que não cumprem os critérios de garantia de atendimento definidos pela ANS estão sujeitas a multas que variam de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Em casos de reincidência, podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.
Outra medida importante é que, desde maio deste ano, as operadoras de planos de saúde são obrigadas a justificar, por escrito, em até 48h, o motivo de ter negado autorização para algum procedimento médico, sempre que o usuário solicitar. Cada vez que deixarem de informar a cláusula do contrato ou dispositivo legal que explique a negativa serão penalizadas em R$ 30 mil. A negativa de cobertura é a principal reclamação de usuário – respondeu por 75,7% das 75.916 reclamações recebidas pela ANS em 2012.
A ANS alerta para que o consumidor denuncie a operadora caso não consiga agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano, dentro do prazo máximo previsto ou tenha negadas as coberturas previstas em contrato.

Para isso, o cliente conta com os seguintes canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no sítio eletrônico da Agência (www.ans.gov.br) e os 12 Núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.


Histórico do Monitoramento

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Listas de operadoras e planos com comercialização suspensa e reativados

Confira as listas de operadoras e planos com comercialização suspensa e reativados

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ANS decreta portabilidade extraordinária da Unimed Guararapes

Fonte: Diário de Pernambuco –  www.diariodepernambuco.com.br

Rosa Falcão

Publicação: 20/08/2013 12:12       Atualização:

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decretou, nesta terça-feira (20), a portabilidade extraordinária para os usuários da operadora Unimed Guararapes. A medida foi adotada porque o órgão regulador identificou problemas graves no atendimento médico-hospitalar dos beneficiários. Com a portabilidade, os 17.604 usuários poderão mudar de plano de saúde sem cumprir novos prazos de carência.
Para fazer a portabilidade extraordinária, o beneficiário terá que identificar o plano de saúde com o preço compatível e se dirigir à operadora de destino. Deverão ser apresentados os quatro últimos boletos de pagamento quitados, a carteirinha da Unimed Guararapes, e um documento de identificação (carteira de identidade ou CPF).
De acordo com Chyntia Beltrão, chefe do Núcleo da ANS em Pernambuco, após fazer a mudança de plano de saúde, o usuário terá garantido o atendimento no prazo de 24 horas. Ela destaca que a operadora de destino não pode negar a portabilidade. Caso haja negativa de receber o usuário, a empresa poderá ser multada em até R$ 50 mil.
Desde o dia 18 de dezembro de 2012 a Unimed Guararapes está em regime de direção técnica adotado pela ANS, acompanhar o desempenho da operadora. Após oito meses de monitoramento o órgão regulador concluiu que os problemas assistenciais se agravaram, e a empresa não se ajustou para garantir o atendimento adequado dos beneficiários.
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Número de participantes em consórcios cresceu 10% no primeiro semestre

Agência Brasil

Publicação: 22/07/2013 19:20 Atualização:

O número de participantes no sistema de consórcios cresceu 9,6% no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), quase 1,3 milhão de pessoas aderiram aos consórcios no período.

Entre janeiro e junho deste ano, os negócios em consórcios somaram R$ 40,8 bilhões, valor 6,8% maior que os R$ 38,2 bilhões contabilizados no mesmo período do ano passado. Em junho deste ano, os consórcios somaram 5,47 milhões de participantes, o que significa 9,6% a mais de participantes do que no mesmo mês em 2012.

Para a associação, o crescimento demonstra que o brasileiro está planejando suas compras futuras. “Os consórcios consolidam-se mais e mais apoiados na maturidade do comportamento do consumidor, ciente que planejar é mais que economizar. Todavia, se observa que a forte confiança depositada pelo brasileiro no sistema de consórcios não tem a mesma intensidade para com a economia do país. A insegurança do consumidor está indicada nas retrações setoriais, ocorridas basicamente por adiamento de decisão em assumir compromisso de médio e longo prazos”, disse o presidente da entidade, Paulo Roberto Rossi.

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Operadoras abandonam os planos de saúde individuais

Fonte: JCOnline.

Este mês as operadoras Amil, Camed e Golden Cross deixaram de vender a modalidade ou restringiram suas vendas.

Desde o início do mês três operadoras de saúde deixaram de vender planos de saúde individuais ou restringiram a comercialização da modalidade. Na última quinta-feira, a Amil deixou de vender planos individuais. A Camed e a Golden Cross passaram a restringir as vendas, informam corretores de seguro ouvidos pelo JC. No Recife, quem quiser contratar individualmente um plano neste momento só terá disponível planos da Unimed Recife, Hapvida e Viva Planos de Saúde.

Se quiser outras bandeiras, o usuário terá de contratá-las por meio dos planos por adesão, disponíveis por meio de administradoras de benefícios Qualicorp e Unifocus (da Amil), ou através de contratos de pessoa jurídica com, no mínimo, duas vidas seguradas, para o caso de microempreendedores individuais. Os planos por adesão exigem que a pessoa seja vinculada a alguma entidade de classe ou sindicato. O mercado segue o caminho trilhado há mais de uma década pelas seguradoras Sul América e Bradesco Saúde, que abandonaram os planos individuais e operam apenas no mercado de planos coletivos.

Com isso, os corretores de planos de saúde perdem cada vez mais mercado, mas a maior perda mesmo é do próprio cliente, que passa a não ter garantida uma série de benefícios previstos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Ao contratar um plano coletivo, a pessoa é enquadrada como pessoa jurídica. Com isso, ela fica sujeita a dois reajustes de preço por ano: o aumento anual do setor e o por sinistralidade, que acontece quando a pessoa usa muito o plano. Além disso, a operadora pode rescindir o contrato com a pessoa, de forma unilateral, caso o contrato não seja economicamente viável para a empresa”, explica o corretor de seguros, Mário Batista Filho.

A maior liberdade para reajustar preços é o que leva as operadoras a abandonarem cada vez mais os planos individuais, que sofrem uma regulação forte com os individuais. O reajuste anual para os planos individuais é definido pela ANS, enquanto no coletivo as empresas são livres para colocar qualquer índice de aumento. Desde o ano 2000, o mercado de planos individuais cresceu cerca de 76%, aumentando de 5,6 milhões de beneficiários para 9,9 milhões no final do ano passado. Neste mesmo período de 12 anos, os planos coletivos passaram de 11,3 milhões de usuários para 37 milhões, num crescimento de 227%, um ritmo de crescimento três vezes maior.

A Golden Cross e a Camed confirmaram que restringiram suas vendas aos canais próprios (Golden Fone) e na loja seda da Camed. A Amil não negou o movimento. Informou apenas que “está estudando uma renovação de sua grade de produtos em comercialização.”

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Seguradora não pagará indenização para motorista bêbado

 

01/07/2013 / Fonte: CQCS

O deputado Sandro Mabel (PMDB/GO) apresentou projeto de lei que torna obrigatória a inserção de cláusula limitadora de responsabilidade nas apólices relativas ao seguro de veículos.

Segundo a proposta, os contratos de seguro de veículos deverão conter essa cláusula limitadora, eximindo a seguradora da obrigação de ressarcir danos materiais decorrentes de acidente de trânsito em veículo por ela segurado, se constatado que a condução, quando do sinistro, se encontrava, comprovadamente, a cargo de motorista com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

O projeto estabelece ainda que a comprovação da alteração da capacidade psicomotora observará o disposto no Código de Trânsito Brasileiro.

Além disso, determina que, não se configurando essa comprovação, a seguradora não se exime do pagamento das indenizações contratadas.

Pela proposta, a cláusula limitadora de responsabilidade não alcançará as coberturas de danos a terceiros.

O deputado argumenta que, em que pesem os esforços governamentais em humanizar o trânsito em nossas cidades e estradas os resultados até aqui alcançados encontram-se muito aquém do necessário. “Todas as iniciativas nesse sentido não têm conseguido coibir suficientemente tragédias provocadas por pessoas alcoolizadas que insistem em assumir o volante. Um dos motivos dessa triste situação, unanimemente apontada é a sensação de impunidade gerada, em parte, pela cultura brasileira de desvalorização dos crimes de trânsito”, frisa o parlamentar.

Ele acrescenta que, enquanto a importância de ser preservada a vida, a integridade ou a segurança das pessoas aparentemente não sensibiliza grande contingente dos motoristas, o mesmo já não acontece quanto ao interesse dos mesmos em proteger o seu patrimônio, ou seja, o seu carro. “Atualmente, expressiva maioria da nossa frota de veículos encontra-se protegida quanto aos sinistros relativos a roubo, colisão ou incêndio por meio de contratos de seguros”, lembra o autor do projeto.

Sandro Mabel explica ainda que o projeto pretende induzir os motoristas a um comportamento mais humano no trânsito, punindo aqueles que alcoolizados, ou seja, com sua capacidade psicomotora comprometida, venham a provocar acidentes, na medida em que os impede, se flagrados nessa situação, de se beneficiarem de indenizações contratadas para tanto junto à seguradora.

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Os carros mais roubados em fevereiro .

Os carros mais roubados em fevereiro
Data: 21.03.2013
Fonte: Exame

Veja o resultado do ranking da CNSeg dos 10 carros com mais frequência de roubos e furtos em fevereiro

Em fevereiro, o Hyundai HR ficou em primeiro lugar no ranking mensal dos carros com maior incidência de roubos e furtos da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg). E a Fiat foi a montadora com mais carros presentes na lista dos carros mais roubados.
O ranking da CNSeg considera a quantidade de roubos de cada modelo em relação à frota circulante. Com essa metodologia, evita-se que os carros com maior frota apareçam sempre como os mais roubados e são evidenciados os carros que de fato são roubados com mais frequência, ou seja, que costumam ser os maiores alvos dos ladrões.
A busca de peças no mercado paralelo é o principal motivador dos roubos e furtos, segundo especialistas. Por isso, quanto maior for a busca por peças de um determinado modelo no mercado negro, mais chances de roubo ele terá. Modelos de montadoras que têm dificuldade em repor peças; carros que costumam ter uso mais severo e precisam passar por reparos com frequência, como os utilitários; e carros que têm alto custo de reparabilidade em relação ao seu valor de mercado, como os carros que saem de linha, costumam ter uma maior demanda por peças e acabam sendo mais visados.
Confira abaixo a quais foram os 10 carros com maior índice de roubos e furtos no mês de fevereiro.

1º lugar: Hyundai HR
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 65
Frota em fevereiro: 61.856
Frequência de roubos/furtos: 0,105%
Quantidade de recuperados: 40 (61,54% do total)

2º lugar: Fiat Punto
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 91
Frota em fevereiro: 96.714
Frequência de roubos/furtos: 0,094%
Quantidade de recuperados: 43 (47,25% do total)

3º lugar: Peugeot 307
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 76
Frota em fevereiro: 89.165
Frequência de roubos/furtos: 0,085%
Quantidade de recuperados: 34 (44,74% do total)

4º lugar: Fiat Stilo
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 76
Frota em fevereiro: 89.947
Frequência de roubos/furtos: 0,084%
Quantidade de recuperados: 43 (56,58% do total)

5º lugar: Fiat Ducato
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 47
Frota em fevereiro: 59.665
Frequência de roubos/furtos: 0,079%
Quantidade de recuperados: 28 (59,57% do total)

6º lugar: Fiat Idea
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 113
Frota em fevereiro: 145.206
Frequência de roubos/furtos: 0,078%
Quantidade de recuperados: 69 (61,06% do total)

7º lugar: Fiat Fiorino
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 243
Frota em fevereiro: 347.173
Frequência de roubos/furtos: 0,070%
Quantidade de recuperados: 154 (63,37% do total)

8º lugar: Honda Civic
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 269
Frota em fevereiro: 402.106
Frequência de roubos/furtos: 0,067%
Quantidade de recuperados: 162 (60,22% do total)

9º lugar: Hyundai Tucson
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 55
Frota em fevereiro: 83.126
Frequência de roubos/furtos: 0,066%
Quantidade de recuperados: 34 (61,82% do total)

10º lugar: Volkswagen SpaceFox
Quantidade de roubados/furtados em fevereiro: 54
Frota em fevereiro: 82.037
Frequência de roubos/furtos: 0,066%
Quantidade de recuperados: 18 (33,33% do total)

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Com ações contra três planos de saúde, ANS quer sanear o setor em Pernambuco

Fonte: JC Online.

Foram publicadas duas resoluções operacionais que colocam a Real Saúde e Recife Meridional em situação de portabilidade extraordinária e ainda uma terceira medida que proíbe a América Saúde de vender qualquer tipo de plano

Publicado em 26/01/2013, às 08h18

Da editoria de Economia

 

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou na sexta-feira (25) no Diário Oficial da União três medidas que tem o objetivo de “sanear” o mercado de planos de saúde em Pernambuco, conforme palavras do diretor-presidente interino do órgão, André Longo. Foram publicadas duas resoluções operacionais que colocam a Real Saúde e Recife Meridional em situação de portabilidade extraordinária e ainda uma terceira medida que proíbe a América Saúde de vender qualquer tipo de plano de saúde e também a impede de receber clientes da portabilidade extraordinária.

As medidas mais graves que atingem a Real e a Recife Meridional afetam a vida de mais de 58 mil pessoas no Estado, sendo 50.472 clientes da Real e 7.902 da Recife Meridional. Os beneficiários terão 60 dias para aproveitar a portabilidade especial e mudar de operadora sem ter de cumprir novas carências de atendimento. As empresas escolhidas pelo cliente terão de aceitá-los, sob pena de terem de arcar com multas de R$ 50 mil por negativa constatada. Longo orienta as pessoas a denunciarem, caso não sejam aceitas nos planos compatíveis das outras empresas.

Nas últimas semanas os usuários da Real Saúde passaram a denunciar falta de atendimento de todos os níveis, da mais simples consulta médica a negativas de tratamentos mais sérios como câncer. A própria rede credenciada denunciou estar levando calote da empresa e por isso passaram a não aceitar mais os clientes da Real.
“Desde 19 de dezembro tínhamos um diretor técnico dentro da empresa e agimos com base no seu relatório técnico e também nas fiscalizações realizadas e no aumento do número de denúncias”, disse André Longo. Segundo ele, o relatório produzido do diretor da ANS mostra crise de desabastecimento por conta do descredenciamento em massa da rede de atendimento da Real, além de débitos “vultosos” com prestadores. “O relatório mostra uma série de elementos que constituem irregularidades administrativas, assistenciais e econômico-financeiras graves. A empresa mostrava para a ANS um balanço equilibrado mas, na prática, ela aparenta estar equilibrada porque não está pagando seus prestadores.”

A portabilidade extraordinária pode ser considerada o fim da linha para os planos. Depois desse período de transferência, terá início o processo de liquidação, quando serão levantados os débitos que terão de ser pagos por meio das reservas financeiras desses dois planos. Terão preferência de recebimento os funcionários CLT, os débitos tributários e só depois a rede de prestadores de serviço. Longo diz que a ANS foi ágil caso da Real e Recife Meridional, inclusive pulando etapas do processo, devido aos graves problemas. A América Saúde terá 15 dias para responder à ANS sobre a sua real situação e dentro de 30 dias a agência vai se pronunciar sobre o futuro dessa empresa.

COMO FAZER

Os usuários da Real Saúde e da Recife Meridional têm a opção de migrar para 389 produtos oferecidos por 13 operadoras que oferecem planos compatíveis com os produtos que eles pagam atualmente. Basta ter um comprovante de pagamento dos últimos dois meses para solicitar a portabilidade sem carência de atendimento, salvo nos casos em que o cliente ainda esteja sob período de carência.

A agência orienta o usuário a realizar a portabilidade no site www.ans.gov.br. Quem tiver dificuldade deve se dirigir à unidade da ANS na Sudene. A lista de portabilidade produzida pela ANS mostra os planos nas outras operadoras que têm cobertura semelhante a preços mais baixos ou até 30% mais caros. Quem não conseguir pela internet, deverá se dirigir, nos próximos 60 dias, à unidade da ANS no prédio da Sudene, na Cidade Universitária, de 8h às 15h30, respeitando a ordem de chegada. Idosos terão prioridade.

 

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ANS adota novas medidas para operadoras que descumpriram prazos de atendimento

Fonte: ANS.

Data de publicação: Quinta-feira, 10/01/2013

A partir de 14/01/2013, 28 operadoras de planos de saúde ficarão proibidas de comercializar 225 produtos até março de 2013. Estas operadoras encaixaram-se nos critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para a adoção da medida, já que foram reincidentes em não atender os seus beneficiários nos prazos máximos para consultas, exames e cirurgias, previstos na Resolução Normativa nº 259.
As operadoras de planos de saúde vêm sendo monitoradas pela ANS desde dezembro de 2011. Ao longo deste período, a Agência apresentou quatro relatórios de monitoramento, que resultaram em três medidas de suspensão da comercialização de planos de saúde. Destas operadoras, 16 foram reincidentes no não cumprimento da norma durante os quatro períodos de monitoramento e serão indicadas para a abertura de processo do regime especial de Direção Técnica para correção das anormalidades administrativas e assistenciais graves.
Outras 13 operadoras, que não foram reincidentes nos quatro períodos, deverão assinar um Termo de Compromisso com a ANS visando a redução no número de reclamações dos beneficiários. Estas operadoras deverão adequar a rede de prestadores e os serviços de relacionamento e atendimento ao cliente, como: agendamento de consultas e autorização de procedimentos.
O relatório atual é referente ao período de monitoramento compreendido entre 19/09/2012 e 18/12/2012, durante o qual a ANS recebeu 13,6 mil reclamações de beneficiários pelo não cumprimento dos prazos máximos estabelecidos. Estas reclamações resultaram na suspensão da comercialização dos 225 planos de saúde, que incluem 1.9 milhões de pessoas, o equivalente a 4% dos beneficiários de operadoras médico-hospitalares no Brasil.
Os beneficiários destes planos não terão o atendimento prejudicado. Ao contrário, para que o plano possa voltar a ser comercializado, é necessário que a operadora passe a observar os prazos máximos para atendimento previstos pela ANS.

Planos suspensos voltam a ser comercializados

Das 38 operadoras que tiveram planos suspensos em outubro/2012, 18 melhoraram os resultados e voltarão a comercializar os produtos.
O consumidor que pretende contratar um plano de saúde poderá verificar se o registro deste produto corresponde a um plano com comercialização suspensa pela ANS. Esta informação pode ser acessada no portal da Agência em: www.ans.gov.br, Planos de Saúde e Operadoras, Contratação e troca de plano.

Multas e medidas administrativas por descumprimento à norma

As operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela ANS estão sujeitas a multas de R$ 80.000,00 ou de R$ 100.000,00 para situações de urgência e emergência. Em casos de descumprimento reiterado, as operadoras podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.
O consumidor deve estar atento. Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano e não conseguir dentro do prazo máximo previsto, o beneficiário deve entrar em contato com a operadora do plano para obter uma alternativa para o atendimento solicitado. Neste contato, o consumidor não deve esquecer de anotar o número de protocolo, que servirá como comprovante da solicitação feita.
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no sítio eletrônico da Agência (www.ans.gov.br) ou ainda, presencialmente, em um dos 12 Núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.
O acompanhamento junto às operadoras de planos de saúde é permanente e contínuo e a divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses.

Primeiro ano do monitoramento do cumprimento da RN 259

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Veja aqui a relação dos planos de saúde cuja comercialização foi proibida pela ANS para novos beneficiários

Veja aqui a relação dos planos de saúde cuja comercialização foi reativada

Veja aqui a relação das operadoras que terão medidas administrativas adicionais


Perguntas e respostas

1) Como a ANS poderá garantir que os produtos suspensos não serão comercializados?
A Agência Nacional de Saúde Suplementar, além de tomar conhecimento destas comercializações através das denúncias da sociedade, fará o acompanhamento através dos seus sistemas de informações. Caso se constate a comercialização de plano suspenso, além da multa de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), a ANS poderá tomar as demais medidas administrativas previstas na regulamentação como a instauração de direção técnica ou o afastamento dos dirigentes da operadora.

2) A operadora que tiver planos suspensos para comercialização poderá registrar novos produtos na ANS?
Sim. A operadora poderá registrar novos produtos na ANS e estes serão devidamente acompanhados no que se refere à garantia do cumprimento dos prazos de atendimento.

3) O que acontecerá com a operadora se além destes planos outros vierem a ser suspensos para comercialização pelo mesmo motivo?
Todos os planos da operadora estão sendo acompanhados periódica e continuamente em relação à garantia de atendimento aos prazos máximos estabelecidos pela ANS. Espera-se que a necessidade de cumprimento destes prazos estimule a construção de redes credenciadas adequadas à operação dos planos privados de assistência à saúde. Caso as operadoras não apresentem melhora no seu resultado, além da suspensão de outros produtos poderá sofrer a medida administrativa de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.

4) O plano suspenso poderá voltar a ser comercializado pela operadora?
Sim. No período de avaliação subsequente, caso a operadora apresente melhora no seu resultado quando comparado ao resultado do período anterior, passando da Faixa 4 para, pelo menos, a Faixa 3, o produto poderá voltar a ser comercializado.

5) Quais foram os critérios para suspensão para comercialização dos produtos?
Foi levado em consideração o número de reclamações relacionadas à garantia de atendimento e a média dos beneficiários da operadora no período de avaliação. As operadoras que obtiveram resultado acima do ponto de corte estabelecido a partir dos dados do setor receberam, em cada avaliação trimestral, uma pontuação de 0 a 4. Aquelas que apresentaram a soma de 6 a 8 pontos em dois períodos de avaliação subsequentes, sendo a pontuação do segundo período igual ou maior que a pontuação do período anterior, poderão ser impedidas de comercializar os produtos reclamados.
Por este monitoramento estar em fase inicial de acompanhamento, a ANS, até o momento, suspendeu apenas planos de operadoras que somaram 8 pontos (duas notas 4 sucessivas). Os critérios atualmente adotados poderão sofrer aprimoramento, o que será comunicado às operadoras e à sociedade.

6) O que acontecerá com as operadoras que permanecem com a comercialização de planos suspensos? Que punições elas poderão sofrer?
A manutenção da prática do não atendimento aos prazos máximos previstos pela RN 259 acarretará, além da manutenção da suspensão, a indicação de abertura de processo do regime especial de direção técnica ou a assinatura de um termo de compromisso com a ANS para garantia do atendimento aos beneficiários.

7) Por que o número de reclamações aumenta?
Por fatores diversos, principalmente devido ao maior conhecimento dos direitos dos consumidores proporcionado pela disseminação das informações pelos órgãos de defesa do consumidor e pelos meios de comunicação. O que deve continuar a ser estimulado.

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G1 – Operação da PF fecha seguradoras irregulares de veículos em PE – notícias em Pernambuco

Operação Prêmio cumpre mandados em cidades do interior do estado.
Empresas estariam funcionando sem autorização legal.

Do G1 PE.

Dez empresas que prestam serviço de seguro de automóveis estão sendo fechadas em uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) em Pernambuco, na manhã desta quarta-feira (31). De acordo com a PF, os estabelecimentos estariam funcionando sem autorização legal. A Operação Prêmio – como foi denominada – cumpre mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal nas cidades de Caruaru, Bezerros, Vitória de Santo Antão e Feira Nova.

As empresas serão fechadas através de ordens encaminhadas à Receita Federal e Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe). Para assegurar que as pessoas prejudicadas sejam ressarcidas em eventuais prejuízos, ordens judiciais de sequestro de bens dos responsáveis pelas empresas também estão sendo cumpridas. Essas ordens de sequestro de bens acontecem no interior de Pernambuco, no Grande Recife e nos estados do Ceará, Rio de Janeiro, de Sergipe, São Paulo e da Paraíba.

A Operação Prêmio reúne 90 policiais federais, 11 fiscais da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e 12 fiscais do Procon/PE. As investigações começaram em março de 2011 e identificaram as dez empresas sem autorização para realizar serviços de prestação de seguro a automóveis. De acordo com a PF, ainda serão realizados exames periciais, oitivas e análises de dados para completar as investigações, num prazo de 40 dias.

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